Hoje eu lembro e penso como eu era menina e sonhava, não que hoje eu não seja mais menina e não sonhe mais, mas, lembrando e refletindo, hoje, o que e como vivi naquela época, sei o quanto vivi nas extremidades de sentimentos. Acho que foi a época crucial da minha vida pra eu ser o que sou hoje.
Foi uma época de transição muito forte e intensa. Meus atos e gestos demonstravam a ambigüidade e contradição que eu vivia. Às vezes tão menina, meiga, sensível e sonhadora, as vezes, tão bruta e sincera.
Hoje, me vejo num extremo de sinceridade, o que aprendi ter seus lados bons e ruins, mas, não pretendo mudar. Lembro de como me sentia indefesa (e demonstrava) em relação a tudo, e que foi um pouco depois, em ano mais ou menos, que aperfeiçoei meu modo de me colocar diante das pessoas e dos acontecimentos. Tenho auto defesa e muitas vezes sou bruta.
Mas, não pense que virei uma sem sentimentos e pensamentos bonitos. Ainda acredito nas pessoas. E amo, amo muito.
(...)
Talvez todo amor platônico, se torne em carnal.
Talvez, todo sonho venha para trazer novas visões.
Talvez, todo amor, um dia, seja carnal ou já foi e se transformou em amor-amor.
Talvez, todo sonho seja utópico.
Talvez, todo sonho se transforme em realidade.
Talvez, todo amor, não importa qual, seja carnal.
Acho que a carne, o sexo, fazem parte do amor.
*Apaga tudo*
Sei lá.
Só sei que sexo com amor é uma das melhores coisas do mundo.
Escutando *Poligamia - Kid Abelha